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Confira os destaques da semana das áreas de economia e negócios

icone calendario06.11.2013 - 09:51

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Crise de Eike Batista freia criação de empregos no RJ

O declínio das ações do Grupo EBX, do empresário Eike Batista, e a desaceleração da construção do Complexo Portuário do Açu, estão evitando a geração de empregos que poderiam ser gerados em São João da Barra, no Norte Fluminense. Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), foram 1.332 postos formais perdidos de janeiro a agosto de 2013.

 

De acordo com o secretário municipal de Fazenda, Ranulfo Vidigal, existe uma projeção para a criação de no mínimo 30 mil empregos em 10 anos. “Nós perdemos mil em um universo de 10 mil que foram criados. Muitas pessoas voltaram para suas bases. Os empregos deixaram de existir, é verdade. Mas ainda existem hoje algo como 6 a 7 mil. Na minha previsão, esta perda é temporária. Um contrato entre a OSX e a Mendes Júnior voltará a trazer empregos a partir de março”, afirmou o  secretário.

  

Desemprego no Brasil diminui pelo segundo mês consecutivo

Segundo a Pesquisa de Emprego e Desemprego da Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade) e Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), a taxa de desemprego diminuiu pelo segundo mês consecutivo, alcançando a marca de 10,3%. Em agosto, a taxa foi de 10,6%. Em números, o total de desempregos no mês passado foi de 2.313 mil, 42 mil a menos que o mês anterior.

 

Outro dado positivo foi o pequeno aumento no nível de ocupação: 0,7% em comparação com o mês de agosto. Foram criados 132 mil postos de trabalho, enquanto que o número de pessoas que entraram no mercado foi de 89 mil. O total de ocupados foi estimado em 20.040 mil e a População Economicamente Ativa (PEA) registrou 22.354 mil pessoas.

 

 Relatório aponta os 30 países mais fáceis para fazer negócios

Relatório divulgado pelo Banco Mundial apontou quais são os países mais fáceis para fazer negócios no mundo. Pelo oitavo ano consecutivo, Singapura conquistou o título entre 189 países. O Brasil ficou com a 116ª posição, atrás de Chile, Peru e Colômbia.

 

Para classificar os países, 10 indicadores são levados em consideração: abertura de empresas, licenças para construção, obtenção de eletricidade, registro de propriedades, obtenção de crédito, proteção de investidores, pagamento de impostos, comércio internacional, execução de contratos e resolução de insolvências.

 

Pagamento de impostos foi considerado o pior indicador brasileiro. Enquanto no Brasil são gastas 2.600 horas por ano, em Singapura, são apenas 82 horas reservadas para o pagamento. Entre os 30 melhores colocados, encontram-se potências mundiais, como Estados Unidos, Japão e Alemanha, além de pequenas nações, como Ilhas Maurício, Geórgia e Lituânia.

 

Fontes: Exame/ G1