Ideias de negócios que estão em alta na crise

icone calendario25.05.2016 - 17:46

Muitos novos empreendedores se motivam a abrir um negócio quando o desemprego bate à porta. Em tempo de crise, essa realidade é comum e muitos pequenos negócios começam a surgir no país. Contudo, nem todos os negócios que surgem dentro dessa realidade se tornam prósperos e permanecem no mercado e muitas vezes isso acontece devido à falta de planejamento e pesquisa – o que elimina uma parte dos muitos riscos que se corre ao abrir um novo negócio. Pensando nisso, a revista especializada em empreendedorismo, Pequenas Empresas & Grandes Negócios, listou algumas ideias de negócios que podem ser boas opções durante a crise.

 

1. Brechós

Quando grande parte das pessoas começa a reduzir o consumo, os brechós entram como alternativa para adquirir produtos de qualidade, mas que são seminovos ou reformados. Segundo Fabiano Nagamatsu, consultor do Sebrae-SP, consumidores, principalmente da classe C, têm se aberto a esse tipo de negócio.

 

2. Consertos e reformas

A partir da mesma lógica dos brechós, o brasileiro tem optado por alternativas que substituem a compra de um produto totalmente novo que seria mais caro. Reformar móveis e consertar equipamentos eletrônicos, por exemplo, pode ser uma alternativa que substitui o gasto pesado que vem da aquisição de um novo, e empresas que oferecem esse serviço podem lucrar com um trabalho bem feito.

 

3. Oficinas mecânicas

Ainda no raciocínio de evitar a compra do novo, o mercado de oficinas mecânicas se mantém aquecido. “As oficinas cresceram 26% no estado de São Paulo neste primeiro bimestre, comparado com o mesmo período de 2015. E a tendência é manter o volume em alta, afinal, a decisão é postergar a troca do carro e dar uma caprichada no atual”, diz Alessandro Saade, docente do MBA in Innovation Management da BSP.

 

4. Atacado

Na busca constante por economia, consumidores que costumavam frequentar hipermercados e supermercados de bairro, por exemplo, optam por ir até lojas de “atacado + varejo”, conhecido como “atacarejo”. Os preços atraentes pela compra em maior volume agrada principalmente consumidores que possuem família grande.

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5. Alimentação

Muitas famílias que costumavam empregar trabalhadores domésticos não conseguem mais manter esse gasto, tanto por conta das mudanças na legislação como para diminuir gastos. Com isso, a alimentação em casa foi mais dificultada. Assim, uma oportunidade para empreendedores tem sido oferecer alimentos para consumo domiciliar e também alternativas mais saudáveis com menor preço.

 

 

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Fonte: Revista PEGN [com adaptações].