Reclamar é ruim para seu cérebro, diz ciência

icone calendario22.03.2016 - 17:12

Todo mundo se queixa. Se uma pessoa não tem o costume de reclamar, é porque ela decidiu se habituar a isso, pois isso não acontece assim tão naturalmente. Mas por que as pessoa reclamam? Provavelmente isso acontece com a intenção de “desabafar”, colocar as emoções para fora. É o que explica Jessica Stillman, colunista do site americano Inc. Ela também ressalta que, segundo a ciência, a negatividade que vem do “queixar-se” é ruim não só para o seu humor e das pessoas à sua volta, mas também para o cérebro e a saúde.

Stillman explica que em Psych Pedia, Steven Parton, um autor e estudante da natureza humana, explica como reclamar não altera só o seu cérebro para o pior, como também tem graves repercussões negativas para a saúde mental. “Na verdade, ele vai tão longe que chega a dizer que a queixa pode literalmente matá-lo”, enfatiza a colunista.

Desse modo, veja a seguir quais são os danos que Steven Parton sinaliza.

 

1. O caminho mais frequente é o mais fácil

“Ao longo de seu cérebro há uma coleção de sinapses, separadas por um espaço vazio chamado de fenda sináptica. Sempre que você tem um pensamento, uma sinapse dispara um produto químico através da fenda para outra sinapse, construindo assim uma ponte sobre a qual um sinal elétrico pode cruzar, transportando ao longo de seu cargo as informações relevantes que você está pensando. Cada vez que esta carga eléctrica é acionada, as sinapses crescem mais perto, em conjunto, a fim de diminuir a distância que a carga eléctrica tem de atravessar”, explica Parton.

Mas, afinal, o que isso quer dizer? Stillman explica que o cérebro aprende a procurar um caminho mais curto e mais fácil. Se você está habituado a fazer reclamações e ter pensamentos negativos, seu cérebro sempre buscará fazer isso novamente, visto que, para ele, é o caminho mais fácil, pois ele já sabe “por onde ir”. A boa notícia é que isso também acontece com o pensamento positivo, a gratidão, etc.

 

negativo2. Você se torna um pouco a pessoa que te acompanha

“Quando vemos alguém experimentando uma emoção (seja raiva, tristeza, felicidade, etc.), o nosso cérebro ‘experimenta’ essa mesma emoção de imaginar o que a outra pessoa está passando”, explica. Isso é o que conhecemos como empatia. Ela pode ser positiva como a alegria que contagia várias pessoas que comemoram um gol no estádio, mas também pode ser negativa como a tristeza de uma música que contagia a todos num show.

Para esse caso, a dica é cercar-se de pessoas positivas, isso fará a melancolia se afastar e o seu cérebro começará a se programar para a felicidade e o amor.

 

3. Estresse: outro vilão para o seu corpo

“Quando o seu cérebro dispara essas sinapses de raiva, você enfraquece seu sistema imunológico; aumenta sua pressão arterial, aumenta o risco de doenças do coração, obesidade e diabetes, e uma infinidade de outras doenças negativas”, afirma Parton. E o culpado de tudo isso é o hormônio do estresse, o cortisol. A negatividade causa um estresse que libera uma quantidade muito elevada desse hormônio no corpo e aí a lista de problemas aumenta: interferência na aprendizagem e memória, função imunológica e densidade óssea diminuída, ganho de peso, aumento da pressão arterial, colesterol, doença cardíaca, e daí por diante.

 

Então decida o quanto antes deixar a reclamação de lado. Procure ter pensamento positivos e ver o lado bom de todas as situações.

 

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Fonte: Inc. [com adaptações].